Mais de 1.200 efetivos das Forças Armadas já participaram este ano no combate aos incêndios, assinalou o ministro da Defesa Nacional, que destacou o seu «papel de grande relevo» ao serviço das populações.

«Mais de 1.200 efetivos já participaram este ano no combate a incêndios. A força aérea também tem colaborado no âmbito do que tem sido solicitado pela Proteção Civil», afirmou José Pedro Aguiar-Branco.

Segundo aquele governante, «as forças armadas estão sempre disponíveis e prontas para, assim que a Proteção Civil deseje e precise de reforço, o fazer», realçando o seu «papel de grande relevo ao serviço das populações».

Aguiar-Branco explicou que as Forças Armadas respondem «em complementaridade e a pedido» da Proteção Civil, quer no âmbito da prevenção aos incêndios, quer «no momento de reforço de capacidade de intervenção no combate».

«Não fazemos por nossa iniciativa porque não é essa a nossa missão primeira. Mas, sempre que é solicitado, nós, em coordenação, e com indicação do que é necessário, fazemos», explicou.

Além dos meios e operacionais disponibilizados pelo Exército, a Força Aérea empenhou, sempre a pedido da Autoridade Nacional da Proteção Civil, um helicóptero para apoiar as operações de combate aos incêndios que deflagraram no distrito de Viseu, bem como as suas bases militares do Montijo, Beja e Monte Real e o aeródromo de Ovar para o reabastecimento e estacionamento dos meios aéreos durante o combate aos fogos.

Já a Marinha, através dos Fuzileiros, faz o patrulhamento e vigilância do Parque Natural da Serra da Arrábida, com vista à prevenção de incêndios naquela área protegida.