“Não há justificação para que se fale em ilegalidades. O documento que vi refere irregularidades e é disso que se trata sempre de uma questão administrativa que nunca devia ser considerada com essa gravidade que pode prejudicar a vida das pessoas”, disse hoje aos jornalistas o reitor da Universidade Lusófona de Lisboa, Mário Moutinho, num encontro com jornalistas.






“Continuo a ter mesma confiança nos professores. Um professor quando dá uma equivalência está a fazê-lo em consciência, e não está a fazê-lo sozinho”, disse o reitor sobre as comissões de docentes que decidiram as creditações, e insistindo que “as falhas da universidade, em momento algum, dariam lugar à anulação de diplomas”.




“Havendo a possibilidade de reinstruir os processos de uma forma positiva, de uma forma construtiva, nós acabámos por ceder a essa situação”, disse.