«Os arguidos abordavam as vítimas no interior das suas casas, após prévio contacto telefónico a agendar a prestação de serviços de cariz sexual pelas mesmas», sublinhou a PGDL, salientando que a investigação iria prosseguir sob a direção da 4.ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa Oeste /Sintra.