“Em finais de 2015, o médico que cá tínhamos pediu para transferência e foi para os Açores. A atual médica também já pediu transferência mas ainda não lhe foi concedida. Temos de arranjar maneira de os ‘prender’ aqui”, rematou Serafim Alves.




“É claro que ou se criam fortes incentivos ou os médicos optam por outros destinos, que fiquem mais perto e tenham melhores acessos”, admitiu.






“Pode ser que funcione, mas não podemos desistir de criar as condições necessárias para que a população da freguesia tenha assistência médica de qualidade e em tempo útil”, disse ainda Serafim Alves.