O Ministério da Educação anunciou esta quinta-feira que começou a desbloquear processos de juntas médicas de docentes que se encontravam pendentes, alguns desde 2014, e que até outubro deverão ficar resolvidos cerca de 500 casos.

Centenas de docentes com juntas médicas pendentes já começaram a ser chamados”, afirma o ministério em comunicado.

Até outubro, segundo a tutela, deverão ficar resolvidos perto de 500 casos que aguardavam decisão médica na Região de Lisboa e Vale do Tejo, a área com mais situações por resolver e onde os atrasos nos processos são maiores.

No tratamento das situações que aguardam análise será dada prioridade aos casos considerados mais prementes, como pedidos de regresso de licença sem remuneração por motivo de doença, acrescenta o ministério.