O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) tem luz verde para comprar serviços para a operação de meios aéreos entre 2018 e 2023. Poderá gastar 38,750 milhões de euros, no total.

O Governo autorizou esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, "a realização de despesa pelo Instituto Nacional de Emergência Médica para a aquisição dos serviços de disponibilização, locação, manutenção e operação de meios aéreos" para a prossecução das missões públicas que lhe estão atribuídas, lê-se em comunicado.

A decisão tomada pelos ministros respeita ao período de 2018 a 2023, "no montante total de 38.750.000 euros".

O INEM ficou também "autorizado a proceder à despesa inerente à continuidade da prestação de serviço de helitransporte de emergência médica até à conclusão desse procedimento".

Os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM recebeu mais de 1,3 milhões de chamadas de emergência transferidas pelo 112, em 2017.

O atendimento destas chamadas deu origem ao acionamento de 1.269.196 meios de emergência, desde ambulâncias motas de emergência, viaturas médicas de emergência e reanimação e helicópteros, adianta aquele instituto.