A bolsa em Lisboa fechou no verde, acompanhando a tendência das restantes praças europeias.

O CAC ganha 4,74%, o DAX soma 5,42%, o FTSE valoriza 3,81% e o IBEX sobe 1,91%.

O PSI20 somou 1,32% para os 5.818,94 euros.

A evitar maiores ganhos esteve o BCP e a Galp Energia que derraparam 3,07% para os 0,59 euros e 0,70% para os 8,40 euros, respectivamente.

A petrolífera já apresentou resultados da actividade referente a 2008, com os lucros no quarto trimestre quase a triplicarem para os 125 milhões de euros, o que representou um aumento na ordem dos 200%.

A Agência Financeira teve acesso ao plano de investimento da empresa para este ano, em que a empresa prevê investir cerca de 220 milhões de euros na rede comercial e está a contar com custos fixos na casa dos 500 milhões de euros neste mesmo segmento.

Ainda na banca, o BES somou 0,21% para os 4,71 euros e o BPI trepou 1,37% para os 1,39 euros.

Telecomunicações e energia positivas

Destaque para a Zon que valorizou 4,53% para os 3,77 euros. A empresa apresentou esta manhã os resultados, com os lucros caíram 2%, mas a empresa promete uma boa surpresa para o final deste ano e uma distribuição de dividendos aos accionistas de 16 cêntimos.

Ainda no sector, a PT trepou 1,48% para os 6,09 euros e a Sonaecom ganhou 3,42% para os 1,08 euros.

Na energia, a EDP Renováveis somou 5,03% para os 5,88 euros e a EDP valorizou 2,22% para os 2,43 euros. A empresa liderada por António Mexia vai apresentar amanhã os resultados referentes a 2008.

Destaque ainda para Jerónimo Martins que trepou 4,19% para os 3,23 euros. A distribuidora vai apresentar resultados na próxima sexta-feira.

Nos Estados Unidos, a sessão segue a negociar em terreno positivo, depois de ter aberto a sessão a ganhar, o que já não acontecia há 7 sessões consecutivas. O Dow Jones soma 1,73% e o Nasdaq trepa 2,25%.

Os investidores estão de olhos postos ao novo plano económico chinês que pretende estimular a economia.

Mas a verdade é que as notícias continuam a não ser animadoras. Ainda hoje se soube que as empresas americanas despediram 700 mil trabalhadores só em Fevereiro, o que indica que a recessão é para se manter.