«Refastelada à sombra e na água fresca, a função pública mostra como resistem os paquidermes: cortou pessoal em menos de 2% nos últimos 6 meses, sobretudo no ensino obrigatório. Mas conseguiu aumentar o número de tachos ministeriais e despedir pouco nas câmaras municipais. Ou seja, educação para quê? Se, quando a temperatura aperta, vingam é as mordomias ancestrais...»