Sondagem TVI: Vital e Rangel taco-a-taco

Se as eleições fossem hoje, Bloco de Esquerda seria a terceira força política

Por: Redação / CP    |   24 de Abril de 2009 às 21:00
Vital Moreira (PS) e Paulo Rangel (PSD) estão muito próximos nas intenções de voto dos portugueses nas eleições europeias de 7 de Junho, segundo uma sondagem realizada pela Intercampus para a TVI.

O cabeça-de-lista socialista conta com 26,6 por cento das intenções de voto, enquanto o social-democrata arrecada 26,2 por cento. Ou seja, estão separados por menos de meio ponto percentual.

De acordo com os mesmos dados, o Bloco de Esquerda regista uma enorme subida, consagrando-se como terceira força política, com 13,9 por cento, à frente de PCP e CDS-PP.

Quase 22 por cento dos inquiridos não sabe ou não responde em quem votará. Distribuindo estes eleitores de forma equitativa por todos os partidos, Vital Moreira ficaria com 34 por cento e Paulo Rangel com 33,5.

Miguel Portas (BE) asseguraria 18 por cento dos votos, Ilda Figueiredo (CDU) 7,9 por cento e Nuno Melo (CDS-PP) 6,9.

Em termos de mandatos, e tendo em conta a redução de lugares no Parlamento Europeu, o BE passaria de um para quatro eurodeputados, PS e PSD garantiriam oito lugares cada e CDU e CDS-PP apenas elegeriam os cabeças-de-lista.

A sondagem Intercampus para a TVI foi ralizada entre os dias 17 e 22 de Abril de 2009. Através de entrevista telefónica, foram feitas 1201 entrevistas a indivíduos de ambos os sexos, com mais de 18 anos, residentes em Portugal Continental.

O erro de amostragem, para um intervalo de confiança de 95%, é de mais ou menos 2,82%.
PUB
Partilhar
EM BAIXO: Miguel Portas (arquivo)
Miguel Portas (arquivo)

COMENTÁRIOS

PUB
Passos confia «totalmente» na Justiça, que está «a funcionar»

Primeiro-ministro comenta caso Sócrates em entrevista à RTP, dizendo que «ninguém está acima da lei». Disse também que o seu Governo procurou «que existisse um sistema legal, a chamada criminalização de certo tipo de práticas mais próximas da corrupção e do enriquecimento ilícito». «É altura de não baixar os braços e ser consequente».