logotipo tvi24

Casamentos homossexuais: Ribeiro e Castro quer referendo

Deputado do CDS-PP diz que PS não tem legitimidade para avançar com legalização

Por: tvi24 / HB    |   2009-11-03 17:29

José Ribeiro e Castro defendeu a realização de um referendo sobre a legalização do casamento de homossexuais, que consta do programa do Governo. O deputado do CDS-PP considera que tema ainda não foi alvo de discussão na sociedade portuguesa.

«É uma questão que não está debatida na sociedade e sobre a qual os cidadãos têm o direito de se pronunciar directamente através de um referendo», disse José Ribeiro e Castro à Lusa.

O ex-líder do CDS considera que os resultados das últimas eleições não conferem legitimidade ao PS «para avançar com questões que não estão debatidas na sociedade portuguesa».

«Sou contra [a legalização de casamentos entre pessoas do mesmo sexo] e penso que é uma questão que não tem prioridade política, mas participarei nesse debate e penso que não é possível ao Governo e ao PS avançarem para uma alteração jurídica sem ouvir os portugueses», frisou.

O Bloco de Esquerda e o PEV já entregaram diplomas para legalizar os casamentos entre pessoas do mesmo sexo, propondo uma alteração ao Código Civil. Na legislatura anterior, a maioria PS, PSD e CDS-PP rejeitaram iniciativas do Bloco de Esquerda e do PEV para legalizar os casamentos homossexuais.

Partilhar
EM BAIXO: Ribeiro e Castro
Ribeiro e Castro

Gaza: UE apoia «solução dos dois Estados» para resolver conflito
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, sublinhou o papel do Egito para que o cessar-fogo entre Israel e Hamas fosse alcançado
Seguro desafia Passos a «cumprir a sua palavra» e aumentar o salário mínimo
Líder socialista considera que a medida já devia ter sido aplicada e que o primeiro-ministro prometeu levar o assunto à concertação social
«Não vai nascer uma alternativa de esquerda», diz BE
João Semedo revela não ter «qualquer expetativa» em relação às eleições internas no PS
EM MANCHETE
Pensionistas deixam Segurança Social no vermelho
Segurança Social apresentou um saldo negativo de 204 milhões, causado pelo pagamento do 14º mês
Défice estrutural «poderá estar em risco»
«A Rússia não deve subestimar a Europa»