Por: /HB | 03-11-2009 17: 29
José Ribeiro e Castro defendeu a realização de um referendo sobre a legalização do casamento de homossexuais, que consta do programa do Governo. O deputado do CDS-PP considera que tema ainda não foi alvo de discussão na sociedade portuguesa.
«É uma questão que não está debatida na sociedade e sobre a qual os cidadãos têm o direito de se pronunciar directamente através de um referendo», disse José Ribeiro e Castro à Lusa.
O ex-líder do CDS considera que os resultados das últimas eleições não conferem legitimidade ao PS «para avançar com questões que não estão debatidas na sociedade portuguesa».
«Sou contra [a legalização de casamentos entre pessoas do mesmo sexo] e penso que é uma questão que não tem prioridade política, mas participarei nesse debate e penso que não é possível ao Governo e ao PS avançarem para uma alteração jurídica sem ouvir os portugueses», frisou.
O Bloco de Esquerda e o PEV já entregaram diplomas para legalizar os casamentos entre pessoas do mesmo sexo, propondo uma alteração ao Código Civil. Na legislatura anterior, a maioria PS, PSD e CDS-PP rejeitaram iniciativas do Bloco de Esquerda e do PEV para legalizar os casamentos homossexuais.
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13 COMENTÁRIOS
Ler mais comentários | ComentarA prova que vivemos num país livre e democratico,é que mesmo quem não sabe o que diz,tem direito de dizer aquilo que não deve!
Se apenas respoderem à consulta os directamente interessados,será a maneira de se concluir,se serão em numero suficiente para podererm vir a constituir um futuro grupo parlamentar!
Se, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é uma questão do foro íntimo e pessoal de cada um, porque razão tem o Estado de
meter o bedelho naquilo em que não é chamado?
Acabo de ler que, o senhor Bispo do Porto defende o referendo,será que
a Igreja tem intenções de casar pessoas do mesmo sexo? Se não tem, porque é que tem de meter-se naquilo em que não é parte
interessada.
Deixem-se de tretas. Cada um é dono do seu próprio corpo e das suas próprias ideias e deve ser-lhe reconhecido
o direito de conviver com as suas próprias convicções.
Casamentos gay só deve interessar aos interessados.
Além
de que, o Estado devia era interessar-se por coisas bem mais importantes do que isso.
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