"As provas finais assentam em premissas falsas de rigor e qualidade", disse a deputada comunista Ana Virgínia Pereira no plenário, sublinhando: "as aprendizagens dos alunos não melhoram, pioram". 






"Não queremos voltar a tempos de facilitismo, mas dotar o nosso sistema de ensino de critérios de exigência", argumentou Ana Rita Bessa, do CDS-PP.