indicado primeiro-ministro

“O que mudou entretanto foi o clima de confiança que se gerou na Europa, com Espanha a crescer 3%, a Irlanda a 6%... o de Portugal ainda é débil, mas se se mantiver a confiança na Europa, se o BCE continuar a injetar dinheiro…”, analisou, lembrando que a Europa tem hoje “preocupações muito mais graves” que a crise da dívida soberana “como a crise de refugiados”.







“Vai ter de gerar confiança nos mercados e ao mesmo tempo lidar com os partidos à esquerda cujas agendas não coincidem. Vai ter de revelar enorme habilidade e capacidade para convencer os investidores e os partidos à esquerda.”



“Houve aqui uma perda de tempo. Do ponto de vista constitucional o Presidente da República não tinha outra alternativa. Quer gostasse ou não gostasse, era o único Governo que podia ser designado.»










Francisca van Dunem