“O que eu considero é que para a prestação de serviço público, para os deveres de garantia da TAP enquanto instrumento de coesão social, de coesão territorial, de unidade nacional, sobretudo como vetor do desenvolvimento de Portugal, desenvolvimento soberano, nós só podemos ficar devidamente salvaguardados quando estiver garantida a propriedade pública da TAP”, defendeu Edgar Silva.





“Nada será mais oneroso para Portugal, para os portugueses do que o rumo da privatização que estava a ser imposto pela política de direita”, apontou.






“Neste momento, o que é importante é mobilizar as portuguesas e os portugueses para a participação no ato eleitoral no dia 24 [de janeiro] e tudo fazer para impedir que o PSD e o CDS recuperem na Presidência da República parcelas de poder que ainda agora perderam nas eleições de 04 de outubro”, defendeu.