O Conselho de Estado analisou hoje o tema do Portugal pós-2020 e defendeu que as "complexas negociações" do próximo quadro de fundos europeus devem ter em atenção a coesão económica, social e territorial.

Esta posição consta de uma nota com quatro parágrafos distribuída aos jornalistas no Palácio de Belém, em Lisboa, no final da reunião do órgão político de consulta presidencial, que começou pelas 15:05 e durou cerca de quatro horas e meia. Ficou marcada por duas ausências: do antigo Presidente da República António Ramalho Eanes e do neurocientista António Damásio.

[O Conselho de Estado] realçou o papel crucial da coesão social e territorial para Portugal, papel esse necessariamente presente nas complexas negociações do Quadro Financeiro Plurianual da União Europeia", lê-se na nota informativa.

O Conselho de Estado "analisou, também, circunstanciadamente, as incertezas e dificuldades no mundo como na Europa" e "destacou, ainda, a importância da coesão económica e social para a própria Europa, até para evitar riscos adicionais de vária natureza", lê-se no documento.