O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, está a ponderar a aquisição de novos meios aéreos para o Estado, podendo o reforço estar disponível durante a próxima época de incêndios florestais.

«Estamos a ponderar uma situação de reforço de meios próprios do país para futuro, mas ainda não está concluído esse processo», disse Miguel Macedo, nesta quarta-feira, na conferência de imprensa de apresentação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) para este ano.

O ministro adiantou que ainda não decidiu se Portugal vai ou não adquirir os novos meios aéreos próprios, estando a estudar o processo.

«Recebi na sexta-feira um dossier sobre esta matéria, preciso de algum tempo», pediu, acrescentando que «não está posta de parte algum reforço de meios aéreos» ainda este ano.

Em fevereiro, no grupo de trabalho para Análise da Problemática dos Incêndios Florestais, constituído no âmbito da Assembleia da República, Miguel Macedo, anunciou que o Governo pretende adquirir dois aviões canadair de combate a incêndios florestais através do recurso a fundos comunitários.

Questionado se são estes aviões que Portugal vai adquirir, Miguel Macedo respondeu que não.

Atualmente, os meios aéreos próprios do Estado são compostos por cinco helicópteros pesados kamov e três helicópteros de transporte e utilitário.