números do PIB divulgados também esta quarta-feira

"O crescimento económico, de que tivemos a confirmação hoje mesmo, é sustentável, assente num tecido económico mais inovador, mais jovem, com base nos bens e serviços transacionáveis, menos dependente das rendas do Estado e com maior capacidade de exportação. Essa é a principal e muito boa notícia que temos. Dá sentido aos sacrifícios que os portugueses fizeram ao longo destes anos e confirma também que o crescimento económico que estamos a ter é de natureza diferente do passado, é mais sustentável", afirmou o ministro.


"Mais de 80% são empresas criadas nos últimos cinco anos, mais de 60% que concorreram ao primeiro concurso dos fundos europeus nunca tinham concorrido. Isso indica bem que também tem existido uma alteração no nosso tecido económico", sustentou.


"Não temos de ter receio de afirmar o desafio que isto é para o país. Por isso é que nos fundos europeus há uma aposta muito grande na competitividade, mas também na promoção do emprego. Para vencer esse desafio, temos de ter consciência da natureza estrutural do desemprego, sendo que, por outro lado, a evolução que temos ao nível da qualidade do emprego que está a ser criado, reforça a confiança que a nossa economia é mais forte, mais inovadora e mais potencial de conhecimento", acrescentou.






"O desafio da inovação é um desafio de preço. Temos de ter a capacidade para exportar em volume mas também em valor acrescentado ao produto, em preço", sustentou.




"Sabemos que, ainda mais numa altura como esta para o país, o risco é o maior inibidor do investimento. Inovar implica sempre risco, por isso deve haver mais apoio", sustentou.