O ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social considerou que o primeiro-ministro foi «vítima de erros da própria administração», à semelhança de milhares de portugueses, referindo-se à anterior dívida de Passos Coelho à Segurança Social.

«Percebemos que há muitos anos, há cerca de 10 anos, 107 mil portugueses foram nesse sentido vítimas de erros da própria administração. Eu sinto sinceramente que os cidadãos não podem ser penalizados por erros», afirmou da Pedro Mota Soares aos jornalistas, à entrada para a sessão de encerramento das jornadas do PSD e CDS sobre investimento, no Porto.


O ministro da Segurança Social frisou que o primeiro-ministro «já deu um esclarecimento factual e claro sobre esta situação».

Para Mota Soares, que remeteu mais esclarecimentos sobre a questão para o Instituto da Segurança Social, apenas destacou que «não havia uma obrigação de pagar dívidas já prescritas e mesmo assim» o primeiro-ministro «optou por pagar».

«Vários cidadãos foram sujeitos a erros, ninguém deve ser prejudicado por esses erros», concluiu.