Paulo Portas apresentou esta quarta-feira o guião da reforma do Estado, quase nove meses depois do previsto, revelando um «conjunto de orientações» que considera «aberto» a discussão com os partidos e os parceiros sociais e com propostas que pretende ver concretizadas até 2019.

Leia aqui o Guião da Reforma do Estado

«Várias das políticas que estão inscritas como propostas neste documento necessitam de consensualização e, por isso mesmo, o Governo iniciará um diálogo quer com os partidos políticos quer com os parceiros sociais para os ouvir, para debater, para alterar, e o documento voltará então a Conselho de Ministros», afirmou o vice-primeiro-ministro, em conferência de imprensa.

Segundo Portas, várias das propostas presentes no guião «transcendem o tempo desta legislatura» e «devem ter um horizonte que vai até ao final da próxima».

Governo quer «regra de ouro» na Constituição