“Pela primeira vez desde os últimos 15 anos, nós iremos sair de um défice excessivo, quer dizer, registaremos um défice inferior a 3%”, disse o chefe do Governo.




“Quem anda a pagar o atrasado, tem menos folga para investir no futuro. E as coisas esticam, mas têm um limite, nunca conseguimos que os nossos recursos deem para tudo”, afirmou.


“O Estado, sempre que tem um défice, isso representa dívida para futuro. Essa é a razão pela qual é tão importante persistir neste caminho de diminuição do défice público. E estamos a fazê-lo”, afiançou, frisando que o país está a “aproveitar a boa conjuntura para diminuir os custos da dívida e para amortizá-la”.