O primeiro-ministro recusou comentar as declarações do secretário-geral do PS perante investidores chineses, mas defendeu que «qualquer observador independente» e fora «da disputa político-partidária» reconhece um «progresso assinalável» no país nos últimos quatro anos.
 

«Eu sei que essa matéria tem sido objeto de alguma preocupação dentro do PS e não farei nenhuma observação que possa ser lida como procurando aproveitar ou intervir nesse debate que decorre dentro do PS».


Questionado pelos jornalistas sobre as afirmações de António Costa, Passos Coelho afirmou que «qualquer observador externo que não esteja envolvido na disputa político-partidária reconhece que Portugal não está como estava em 2011 numa situação de pré-rutura financeira e pré-bancarrota».

«Qualquer observador independente não pode deixar de reconhecer que foi realizado um progresso assinalável nestes anos, é preciso também, e qualquer observador independente o dirá, prosseguir esse caminho, de modo a que a nossa situação, acumulada durante muitos anos, possa ser combatida de uma forma ainda mais eficaz».