Estarei aonde for preciso

"Isso será uma conclusão que depois tiraremos no final da votação. Eu não vou antecipar isso".


"Compete agora ao parlamento fazer, entre todos os agentes políticos, um exercício de humildade e de responsabilidade. De humildade, porque ninguém tem condições para impor, só por si, a sua vontade. De responsabilidade, porque se cada um ficar só a olhar para aquilo que tem, quem perde é Portugal".









Programa não inclui medidas do PS


"Não incorporamos medidas no nosso programa que são do PS porque só o PS - como já tenho dito - é que sabe qual é a hierarquia, a importância, o valor que atribui a cada uma das suas medidas ou propostas".


"As medidas aprovadas ontem [quinta-feira] são projetos de diploma, remetidos para o parlamento para que o parlamento possa discutir e votar, e é aqui no parlamento que se faz essa negociação. A única coisa que julgamos que devemos ser totalmente verdadeiros e transparentes é: nós não fazemos leilões".


"O Governo mantém a convicção de que há todas as condições para chegar ao fim do ano com o défice inferior a 3%. Não podemos dia 01 de janeiro começar a cavar debaixo dos nossos pés para, de repente, termos o descontrolo orçamental".




"Porque se isso exigir de um lado mais despesa do Estado, do outro lado tem de haver alguma coisa que compense isso. Porque se não houver, o que acontece no final é que os portugueses dirão: bem, mas então já no passado nós podíamos ter tido menos cortes e ter mais rendimentos, porque é que não tivemos?".


"O que estou a dizer é que, em abstrato, quando nós aprontarmos medidas que possam trazer mais despesa, elas conduzirão a um défice maior. Ora, os défices pagam-se ou com impostos ou com dívida pública. Isso toda a gente sabe e eu espero que hoje em dia em Portugal todas as pessoas tenham uma noção muito concreta disso, porque não precisamos de voltar sempre à mesma conversa: essa foi a conversa durante quatro anos".



Executivo "não insistirá no plafonamento das pensões" 


"O Programa do Governo assume com clareza que, em sinal justamente desta boa vontade e deste espírito de negociação e de compromisso, o Governo, para já, não insistirá na matéria do plafonamento das pensões".




"Nós não incorporamos medidas no nosso programa que são do PS, porque só o PS, como eu já tenho dito, é que sabe qual é a hierarquia, a importância, o valor que atribui a cada uma das suas medidas ou propostas".


"E esperamos que da parte do PS haja simetria nesta disponibilidade".