Constança Cunha e Sá considera «excessiva» a declaração de Cavaco Silva de que a descida da taxa de desemprego para 16,3% em 2013 é «extremamente positiva». À declaração do Presidente da República, a comentadora diz que retiraria um ponto: o «extremamente». Na TVI24, Constança Cunha e Sá defendeu que a queda do desemprego, que considera positiva, não significa que há uma inversão da tendência de subida da taxa.

«Percebo que o Presidente da República diga que é positivo. Agora, o que não me parece é que isto signifique uma inversão. Porque eu acho que isto está tudo assente em pés de barro», defendeu a comentadora no espaço de análise nas «Noticias às 21:00». Para Constança Cunha e Sá, o problema do desemprego só se resolve com crescimento económico: «O FMI é o primeiro a reconhecer que só com um crescimento superior a 2% é possível inverter de forma sustentada o desemprego».

Sobre a polémica que envolve a coleção Miró e a atitude do secretário de Estado da Cultura, que deu por adquirida a saída ilícita dos quadros de Portugal e autorizou a venda dos mesmos em Inglaterra, Constança Cunha e Sá voltou a referir que «É para isso que existe a figura de demissão».