"O que me parece mais importante aqui não é saber se eu sou ou não candidato à presidência do CDS. O que para mim é importante é assegurar, no que de mim dependa, é o que a liderança cessante do Paulo Portas justifica e merece, ou seja, que ao contrário de tanto comentário político, um fim do ciclo Paulo Portas não tem de significar um partido que se vai balcanizar, que se vai radicalizar", afirmou Nuno Melo, em entrevista à RTP3.


"Porque é que uma sucessão terá de ser de Nuno Melo contra Assunção Cristas ou de Assunção Cristas contra Nuno Melo? Porque é que não pode ser um e outro, com todos os outros, designadamente aqueles que são apontados como candidatos à sucessão e outros que não sabemos se são candidatos mas têm toda a legitimidade", questionou-se.











"O novo líder tem de marcar a sua liderança e afirmar-se sem medo de comparações com o passado", disse.