«É preciso perceber que nem os funcionários públicos, nem os trabalhadores das empresas públicas, têm nenhum tipo de defeito ou foram alvo de qualquer tipo de castigo. Aquilo que se passou foi uma necessidade de fazer um ajustamento forte, rápido e doloroso da despesa do estado», afirmou.






«Não é vergonha nenhuma ser bom aluno e ter bons resultados. Quando temos 15 anos achamos muita graça sentar na fila de trás e sermos rebeldes, mas quando somos crescidos sabemos bem a diferença que faz para os objetivos na vida e para aquilo que podemos conseguir entre ser o mau aluno ou ser o bom aluno.» 


«A Comissão Europeia, por exemplo, num relatório publicado ontem (quinta-feira), faz um conjunto de críticas que são um bocadinho difíceis de perceber, porque não percebemos muito bem se as críticas são dirigidas a nós ou a eles próprios», afirmou, acrescentando que criticou um conjunto de medidas que tinha recomendado «fortemente que fossem tomadas durante o período de ajustamento».




Portugal vai pagar já em março seis mil milhões de euros do empréstimo concedido pelo FMI

«Tivemos a autorização política, foi já aprovado nos [respetivos] parlamentos, onde tem de ser, e estaremos em condições de, no mês de março, fazer uma amortização de seis mil milhões de euros ao Fundo Monetário Internacional», afirmou a governante em Viseu, durante uma sessão política organizada pelo PSD e pelo CDS-PP, sob o lema «Jornadas do Investimento».


«Começamos com esta tranche de seis mil milhões e, em função das circunstâncias, tencionamos acelerar tanto quanto possível o remanescente», acrescentou.

«Fizemos o esforço para chegar até aqui e agora estamos na situação de começar a recolher os frutos de todo o trabalho feito», realçou.