«Nos anos 1960 e 1970, Jorge Sampaio mostrou grande coragem moral ao levar muitos casos aos tribunais políticos da ditadura, defendendo prisioneiros políticos e expondo os abusos da polícia política. Ele defendeu, sempre sem cobrar honorários, todas as vítimas da repressão do regime, independentemente dos riscos para a sua carreira ou das crenças religiosas ou da filiação política dos seus clientes: eram estudantes e soldados, católicos e comunistas, social democratas e maoistas, sindicalistas e poetas»


«Como presidente, Sampaio fez bastante para comunicar uma imagem de um Portugal democrático e moderno e esforçou-se pelo seu reconhecimento internacional. Apoiou ativamente o alargamento da União Europeia para incluir os países da Europa Central e de Leste, os Balcãs e a Turquia. Promoveu as relações da Europa com os EUA, acompanhou a transferência da soberania de Macau para a China e apoiou a independência de Timor Leste», salientou Welch.