A JSD Distrital do Porto lançou um novo cartaz de protesto às medidas tomadas pelo Governo e à aliança com os partidos de esquerda, que suportam o Executivo, no qual António Costa, Catarina Martins e Jerónimo de Sousa são representados como “Angry Birds” que estão a destruir o “Emprego, competitividade e as exportações”.

O cartaz, publicado na página oficial de Facebook da JSD Distrital do Porto, é inspirado no popular jogo para telemóveis e mostra as caras dos líderes do PS, BE e PCP, prontos a serem catapultados contra as palavras referidas. No canto superior esquerdo lê-se a frase “Portugal não é para brincadeiras de esquerda”.

A Juventude Social Democrata pede ao primeiro-ministro que acabe com “as brincadeiras comandadas pela esquerda, que têm prejudicado Portugal e, em especial, a Região Norte e o Distrito do Porto”, mostrando-se preocupada com o seu “impacto negativo no desenvolvimento económico do país, em especial na Região Norte.”

Em comunicado, a JSD refere que o Governo socialista está a “governar a reboque do cooperativismo de esquerda, dirigido pelas centrais sindicais e refém” do BE e PCP, que comandam “à distância o destino do país”, sem a coragem de dar a cara no Governo. Os sociais-democratas alertam que esta aliança já levou à “quebra do crescimento das exportações, à diminuição do investimento estrangeiro e à redução do índice de competitividade do país” – tendo Portugal descido três lugares no índice mundial de competitividade, quebrando “a tendência de melhoria” registada nos “últimos anos”.

A JSD escreve que a “Região Norte, considerada o motor da economia portuguesa, está a ser vítima de uma ideologia política que não é amiga do investimento privado, do desenvolvimento económico sustentável e do sistema de livre iniciativa”, e pede a António Costa que se liberte “das amarras ideológicas dos seus parceiros de esquerda”, e da ideia que “as vacas podem voar”.

No início da semana passada, um outro cartaz da Juventude Social Democrata já tinha causado polémica, por comparar o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, a Estaline e o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, a uma marioneta.