O líder do Partido Nacional Renovador (PNR), José Pinto Coelho, disse este sábado, no Funchal, que espera triplicar a votação nas eleições legislativas de 04 de outubro, ultrapassando assim a "barreira psicológica" do 1%.

"Estamos convictos que nestas legislativas podemos triplicar a votação, passar os 50 mil votos, passar a casa psicológica do 1% e tudo indica que isso é possível e com um crescimento talvez ainda maior na Madeira", afirmou durante uma ação de pré-campanha no centro do Funchal, onde se fez acompanhar do cabeça de lista pela região autónoma, Álvaro Araújo.

O presidente do PNR realçou que na Madeira será possível alcançar uma marca ainda melhor do que no continente, devido ao trabalho que tem sido realizado pelo candidato local.

José Pinto Coelho garantiu, por outro lado, que as propostas do PNR distinguem-se em todos os aspetos das dos outros partidos.

"Somos diferentes de todos os demais, porque todos os demais de alguma forma sufragam este regime, um regime que tem transferido a nossa soberania, que tem vendido Portugal ao desbarato, que gosta muito de estar nesta ditadura cultural do politicamente correto", disse, vincando que o PNR é "o único partido que quer fazer uma rotura com tudo isto".

José Pinto Coelho defende, acima de tudo, o corte nas "gorduras do Estado", mas reconhece que essa meta é difícil de alcançar porque "os governantes não querem cortar nos seus privilégios".

O líder do PNR afirmou que os políticos e os poderosos "promovem-se ou porque têm o cartão de um partido político poderoso, que é uma autêntica agência de emprego, ou porque são do lóbi ‘gay’, ou porque são da maçonaria e, por isso, eles não cortam nas gorduras do Estado".