"Seja qual for o desfecho, uma coisa é certa: nada impede o PS de formar Governo e entrar em funções", disse o líder comunista, depois de já ter admitido que "os pontos de partida são muito distintos", mas que pela parte do PCP continua o compromisso de "prosseguir seriamente a verificação em concreto dos conteúdos políticos" considerados "essenciais".



"O PCP deixou sempre claro que iria intervir neste processo visando derrotar qualquer pretensão que passe pela formação de um Governo PSD/CDS e não prescindir de lutar por uma política que responda de facto aos direitos dos trabalhadores e do povo", afirmou.