A ministra do Ambiente afirmou esta quinta-feira que as análises diárias às praias onde se têm registado focos de irritação cutânea nos banhistas não têm detetado poluição. Assunção Cristas informa, segundo a Lusa, que não há previsões sobre a duração do fenómeno.

«Houve preocupação em despistar fenómenos de poluição e não há nenhum indício de que haja poluição associada» afirmou a ministra.

Assunção Cristas disse que não há conclusões sobre a «durabilidade do fenómeno», referindo que o Ministério do Ambiente está a trabalhar «muito intensamente» com o Ministério da Saúde «para se estudar melhor e se chegar as conclusões sobre este fenómeno».

A ministra deixou a recomendação de que os banhistas sigam atentamente as sugestões que as autoridades transmitem, uma vez que se trata de um fenómenos da natureza.

«Na margem norte, a única praia com limitações, e mais para os grupos vulneráveis, de fundo alérgico e também as crianças, é a de São Pedro do Estoril. Quanto à margem sul, são todas as praias, desde a Cova do Vapor até ao Cabo Espichel.», afirmou o comandante Cruz Gomes, da Capitania de Lisboa, à Lusa.

A Agência Portuguesa do Ambiente desaconselhou hoje os banhos a toda a população na margem sul do Tejo, dando especial atenção a adultos com maior fundo alérgico e crianças.