fora os esforços dos portugueses" por "solidariedade ideológica".

"Não se podem levar a sério a provocações e temos de nos concentrar nos problemas sérios. Se o senhor vice-primeiro-ministro, em vez de brincar às provocações, se preocupasse com as realidades e com os problemas sérios do país - como o PS está a fazer neste diálogo com a Cáritas, ou como fez na semana passada no Vale da Amoreira -, talvez percebesse que o momento não é para brincadeiras", reagiu o secretário-geral do PS.

"A crise portuguesa está para além da crise grega. Não vale a pena o Governo querer refugiar-se na Grécia para explicar o insucesso da sua política. Esta crise em Portugal que nos foi relatada pela Cáritas, com exemplos concretos da vida das pessoas, revela a dimensão do fracasso das políticas de austeridade conduzidas pelo Governo ao longo dos últimos quatro anos", disse.


um aviso ao Governo português

"Esta é a última oportunidade para o Governo português mudar de postura e adotar uma postura costrututiva que sirva os interesses e a urgência das famílias e empresas de virar a página da austeridade.Tem a estrita obrigação... É absolutamente inaceitável, por razões de mesquinha política interna, que o Governo português seja um dos obstáculos ativos a um acordo na Zona Euro".