na sua intervenção inicial no debate quinzenal

«Quando o vento sopra em direção contrária aos ventos dominantes nos últimos anos, o primeiro-ministro não faz qualquer referência ao que se passou na União Europeia nas últimas semanas. Mostra que se sente bem com uma determinada UE e se sente em dificuldades quando ela começa a mudar».




«É muito sintomático que alguns partidos aproveitem muito os eventos externos para não falar de Portugal e do que pretendem ou propõem. É sintomático que falem mais da Europa do que de Portugal».


à sua primeira reação à vitória do Syriza

«Desejo que a Grécia feche o seu programa de resgate, qualquer que seja o governo grego. Respeitamos as decisões soberanas de todos os Estados e lembramos que todos os Estados merecem respeito».





«As políticas de austeridade foram necessárias para a consolidação orçamental e produziram, em Portugal, na Irlanda e até na Espanha, a capacidade de fechar os programas e de termos a economia a crescer. Temos crescimento e regressamos aos mercados, então o que seria um sucesso para o PS? Pedir outro resgate?».




«Não aceitamos, portanto, hoje, esta teoria que é um pouco difundida em certos meios de que, se algum desastre vier a acontecer à Grécia, isso não se deve ao que o Governo grego quererá ou não decidir, deve-se à falta de responsabilidade da Europa. E quero, no que respeita ao Governo português, descartar mesmo qualquer acusação nesse sentido. Não aceito que se venha dizer que, se alguma coisa não correr bem na Grécia, é porque os governos europeus ou a Comissão Europeia não aceitam as propostas do Governo grego».




admitindo que «a austeridade está a ganhar menos relevância»

aceita uma conferência europeia para debater a reestruturação da dívida

O momento mais «quente» do debate