«Achamos que este processo é pouco transparente, que denota um preconceito ideológico por parte do Governo contra a presença do Estado na economia e, ao mesmo tempo, é uma imagem de marca de pouca transparência, de grande opacidade em todos estes processos [de privatização]», disse o deputado socialista Rui Paulo Figueiredo.


«Nós gostávamos que o Governo ponderasse, travasse este processo e queremos, essencialmente, conhecer muito bem tudo aquilo que vai estar no caderno de encargos e queremos que sejam salvaguardas reais e não aparentes», insistiu Rui Paulo Figueiredo.