“Acho que as pessoas vão ter o tempo para me conhecer. O meu grande desafio não vai ser as pessoas conhecerem-me. Conhecer alguém é muito fácil e faz-se muito rapidamente. Eu sinto isso já agora… Não creio que aí esteja o problema. O problema vai estar em as pessoas terem confiança em mim. O que vai definir esta eleição é a confiança que eu seja capaz de inspirar nos portugueses. A confiança de que eu não falto à palavra, a confiança de que falo às pessoas com autenticidade, que não vou dizer coisas mais politicamente corretas para ajeitar um certo estilo.”

“A confiança eu reconheço que vai ser um problema, porque tem de se trabalhar muito para conquistar essa confiança. A notoriedade não creio.”

“Não quero ser o Presidente que só diz coisas”


Não quero ser o Presidente que só diz coisas. Quero ser um Presidente que ouve coisas e que fala com os portugueses

nunca houve um debate sério e informado em Portugal sobre as questões europeias

“Num certo sentido, estamos a pagar hoje a falta desse debate.”



“Não podemos deixar que a esperança também emigre”, rematou.


“Quero ser um Presidente de causas”





“Quero ser um presidente de causas. E essas causas serão as causas centrais do meu mandato. Não são causas de Governo, não são programas de Governo”, resumiu.


‘bomba atómica’

“O Presidente tem de estar disponível para utilizar todos os poderes que a Constituição lhe confere, mas não mais do que esses. (…) Em particular a dissolução do Parlamento é um poder que o Presidente, na sua avaliação de determinada situação política, se entender que deve ser renovada a legitimidade democrática deve obviamente utilizá-lo.”