"O ponto polémico é saber se, estando em votação uma lei que foi proposta pelo Partido Socialista e que visa a audição prévia do Parlamento relativamente à nomeação do governador, não deveria ser respeitada a lei. Eu acho que teria sido preferível respeitar a lei", afirmou o comentador político à margem de um almoço promovido pelo PSD/Maia para homenagear os militantes com 40 anos de filiação.







"Embora seja um mandato que não pode ser questionado pelo Governo, se o PS ganhar as eleições não é de admitir um relacionamento muito fácil entre o Governo e o governador do Banco de Portugal. Mas isso já se sabia", disse, considerando que "a questão mais polémica" neste caso "é processual", reporta a Lusa.

a propósito da entrevista de António Costa