apresentado em abril

“Neste quadro, particularmente associado a uma eventual saída da Grécia da Zona Euro, com o peso da dívida pública a crescer de forma desmesurada poria inevitavelmente em questão a permanência de Portugal na Zona Euro e eventualmente poria em causa a própria existência do euro tal como o conhecemos hoje.”

O grupo de peritos equacionou a saída do país helénico e apresentou as suas contas: o crescimento da economia seria de 0,5% por ano e o custo anual para a economia nacional seria de 15,12 mil milhões de euros em quatro anos (3,78 mi milhões por ano). Neste cenário, o desemprego não poderia ficar abaixo dos 13% e a dívida pública iria manter-se em “trajetória ascendente” até aos 135% do PIB em 2019.

"A materialização deste cenário teria sérias consequências sobre a atividade económica em Portugal, a evolução dos preços e a sustentabilidade da dívida pública." 

As propostas já apresentadas pela maioria não traçam caminhos no caso de haver uma saída dos gregos. No entanto, o chefe do Executivo PSD/CDS-PP, Pedro Passos Coelho, tem transmitido uma mensagem de tranquilidade aos portugueses, frisando que Portugal "não será apanhado desprevenido" caso a Grexit aconteça e que haverá reservas para lidar com uma maior perturbação dos mercados, pelo menos a curto prazo.

"Portugal não será apanhado desprevenido numa situação de emergência. [...] Em termos da Zona Euro há também mecanismos que estão preparados para responder a situações dessa natureza."

pelo Presidente da República

"Portugal tem reserva de recursos financeiros que permite aguentar o país durante vários, vários meses."

terminou sem acordonão haverá adiamento