“Acho que é um atrevimento que Passos Coelho esteja a meter o bedelho onde não é chamado, não tem jeito nenhum. Não quero pronunciar-me mais sobre isso. Não tem jeito nenhum”. Um ponto final, com um vinco de incómodo, porque antes destas palavras, sublinhou que as proferia apesar de não lhe caber “ser juiz defensor do PS”, um partido que tem estado no centro das críticas da campanha da CDU. 


“Aquilo que nos colocam é, mais uma vez, um aumento dos impostos. E um aumento injusto. Porque tanto paga o rico, no plano do consumo, como o pobre”, salientou Jerónimo de Sousa, renovando críticas a Bruxelas. 




“Ao contrário do que o Governo PSD/CDS têm vindo a apregoar, a situação não está resolvida, não vem aí um futuro risonho. Têm em carteira medidas, decisões e instrumentos que poderão levar ao aumento da exploração e do empobrecimento do povo português, mas por razões táticas ainda não vão anunciado”, disse.