“Estou confiante, estou confiante não só por causa dos números, mas pelo que tenho sentido no dia-a-dia dos portugueses. Essa visão confirma os números. As sondagens valem o que valem. A última e decisiva é a da votação. Agora, eu sinto, no convívio diário, que há uma progressiva, crescente e mais clara clarificação de muitos portugueses com esse desejo".






“Eu serei moderado, porque eu sou moderado. Encontrar aquele caminho intermédio, que abre vias de diálogo, sem discriminação, que constrói, fomenta diálogos, todos os dias. Há um dia que não funciona e recomeça-se no dia seguinte como se fosse o primeiro".



Uma maçã 'envenenada'?















"Marcelo é fixe!"









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