Numa ação de campanha em Alcântara (Lisboa), António Mateus Dias distribuiu folhetos, apelando ao voto alternativo.

Já em jeito de fim de campanha para as legislativas de 04 de outubro, o candidato do PURP disse à Lusa que do contacto que tem tido com as pessoas, "há muita gente descontente e que quer uma mudança".

"Pensamos que alguma coisa irá acontecer", disse António Mateus Dias, confiante de que o seu partido poderá constituir um grupo parlamentar.

Do apelo que a coligação PSD/CDS-PP e PS têm feito para uma maioria absoluta, o candidato do PURP mostrou-se certo de que isso não irá acontecer.

Além disso, apelou para que idosos e pensionistas “não votem nos mesmos de sempre”.

"Cuidado para não caírem em promessas falseadas. Espero que, no domingo, haja um resultado positivo e que as pessoas votem em consciência”, depois de verem as propostas de todos os partidos, disse o candidato.

“Não acredito na maioria absoluta. Aquilo que eles oferecem às pessoas é nada. Os idosos e pensionistas têm de abrir os olhos e votarem no PURP", apelou.

Reformas mínimas equivalentes ao salário mínimo, fim dos privilégios a políticos e redução mínima de 30% dos subsídios a partidos, uma auditoria à dívida, redução de deputados, são algumas das propostas do PURP.