"Temos de concentrar os poucos recursos que temos para quem mais precisa. Há pensões que resultam das contribuições e outras que dependem de outras realidades. E essas devem estar sujeitas a condições de recursos."




"É uma despesa de 250 milhões por ano, numa despesa da segurança social fora de pensões de 5.700 mihões, o que estamos a falar e que Passos Coelho se referiu é a soma de 250 milhões vezes os quatro anos. É uma poupança relativamente diminuta num orçamento de 5.700 milhões." 


"É falso que exista qualquer proposta de corte de 600 milhões de euros. Não vale a pena chover no molhado".

"A mudança mais importante que propomos no sistema de pensões é a diversificação das fontes. [...] As empresas contribuem em função da sua massa salarial. Isto beneficia quem tem altos lucros com menos mão-de-obra. Temos que adotar o sistema às novas realidades da economia e financiar também em função do lucro. Isto é muito importante para pequenas e médias empresas que têm mão-de-obra intensiva."


"Quer ganha ou perca as eleições estou disponível para discutir com o PS no dia a seguir às eleições uma reforma séria da Segurança Social. [...] E António Costa está disponível ou não para se sentar?"