Com PSD e CDS-PP é que não

"Tenho deixado muito claro. O país o que nos pede é que mudemos de política e não é possível mudar com quem tem estado no poder. Seria um contrassenso o partido socialista propor-se ganhar as eleições para prosseguir esta política que as pessoas querem mudar"

E voltou a repetir o que tem dito nos últimos tempos: "a maioria é condição necessária mas não é suficiente". Daí a necessidade de "compromissos alargados, concertação social estratégica". A maioria absoluta não pode, por isso, , "ser vista como autossuficiência".

Costa não definiu com que partidos, em concreto, estaria disponível para encetar esses compromissos. Só deixou bem claro que "quem quer ter a continuidade" da política atual "vota na direita". "Quem quer mudar tem uma alternativa: vota em nós".

"Precisamos de uma vitória que nos permita cumprir com os portugueses o programa que apresentámos. Se souber a pouco, o que significa é que teremos menos condições para executar o programa. O país não precisa de acrescentar à crise e sobressalto permanente, uma crise política. Precisamos de fazer mudança política, uma alternativa diferente, que faça melhor, mas que possa fazer", argumentou.

"A melhor solução é eleições não resultarem incerteza. Temos Presidente da República em final de mandato que já veio dizer que não aceita governo de minoria"

 

Leia também:

Reduzir IVA da restauração sim, IVA da eletricidade não

Costa quer acabar com penhora de casas de família por dívidas fiscais

Melhorar o ensino "não passa por ter exames"

António Costa não vai mexer nas portagens

António Costa não prevê voltar a visitar Sócrates

"Eu reduzi a dívida em 40%, Passos aumentou a dívida em 18%"

O relato da entrevista AO MINUTO