“A única coisa que conhecemos de concreto diz tudo sobre o que é o programa concreto do PSD, que é um novo corte nas pensões, agora de 600 milhões de euros. E aquilo que nós vamos percebendo nas meias palavras que vão dizendo é que, depois de terem dedicado quatro anos a privatizar ao deus dará tudo o que são empresas, se preparam agora para atacar tudo o que são serviços públicos: a escola pública, o Serviço Nacional de Saúde, a segurança social”, afirmou.




“As novas listas que ontem aprovámos dá-nos a confiança para que as pessoas percebam que há uma oportunidade única nas próximas eleições de virar a página, de vencer o medo, de recuperar a confiança e, sobretudo, impedir que este Governo continue com a sua política, que só poderá conduzir a um aumento da pobreza, do desemprego, do desinvestimento, do empobrecimento coletivo”, afirmou.