“O nosso compromisso é claramente com o Estado social e creio que isso é importante quando atravessamos um contexto de exigências financeiras. E se eu tiver sucesso e sorte ainda conseguirei convencer a audiência socialista, não direi da bondade das políticas de austeridade, que também não gosto, mas das políticas de rigor financeiro que são indispensáveis num contexto em que vivemos”.











“Considero que esta campanha não está à altura das dificuldades que o país tem. (…) Um país que tem as dificuldades, os desafios, as angústias e as incertezas que temos devia estar a discutir os desígnios, os propósitos e não ‘fait-divers’ e não ‘soundbites’. A democracia foi reduzida às vezes a um teatro de fantoches da minha infância e isso é uma paródia, não é uma democracia”.




“Verei com tristeza que esta sessão venha a ser o único debate entre o PS e o CDS daqui até 4 de outubro”.