«Temos um dispositivo mais musculado para dar resposta às ocorrências que vamos enfrentar. É um dispositivo que tem ficado cada vez mais forte do ponto de vista dos meios e que tem sido reforçado do ponto de vista operacional.»


«Para este ano, mantivemos aquilo que foi o crescimento do dispositivo do ano passado, em termos de meios aéreos: mais quatro, com especial saliência o termos em permanência no dispositivo uma parelha de meios aéreos anfíbios de asa fixa, para além de dois médios, em acréscimo ao que tínhamos em 2013, totalizando 49 meios aéreos.»




«A preparação das forças, o capacitar todos os meios que estão à disposição e a capacidade de decidir de forma certa, de intervir de forma certa, é tão importante como a quantidade de meios que temos disponíveis. Felizmente temos evoluído nos dois pontos.»


«É fundamental também trabalhar aquilo que é a formação, o treino operacional, a capacidade do saber fazer no terreno. É isso que temos estado a trabalhar, num planeamento que é feito desde o fim de uma época até ao início da seguinte.»




«Nos dias mais difíceis deste ano, faz agora uma semana, a resposta ainda sem estarmos na Fase Bravo [segunda fase mais crítica de combate aos fogos florestais] foi uma resposta muito adequada, com uma capacidade de mobilização muito possante do ponto de vista de todos os meios», concluiu.