James Cameron, diretor de «Avatar, a longa-metragem com mais sucesso de bilheteira na história da sétima arte, venceu, na última sexta-feira, o terceiro processo que o acusava de plágio. Desta vez foi o escritor de ficção científica Bryant Moore, que acusava a Lightstorm Entertainment, produtora de Cameron, de plagiar dois dos seus guiões - «Aquática» e «The Pollination». Moore exigia uma indeminização de 2,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,9 mil milhões de euros), mas não teve sucesso.

O juiz Roger Titus, do Estado de Maryland, nos Estados Unidos considerou que «os guiões dos trabalhos em questão são bastantes diferentes». «Avatar» conta a estória de um ex-soldado paraplégico, «Pollination» é uma estória sobre dois grupos de humanos e «Aquatica» é uma aventura protagonizada por duas fações de guerreiros.

Em termos numéricos, Cameron pode ser encarado como o mais bem sucedido dos cineastas. Tanto «Avatar» como «Titanic» lideram isolados a lista de filmes que mais faturaram na história do cinema. Se o «Titanic» gerou um retorno de 2,186 mil milhões de dólares (cerca de 1,62 mil milhões de euros), «Avatar» chegou aos 2,782 mil milhões (cerca de 2 mil milhões de euros).

James Cameron já tinha vencido dois processos contra Eric Ryder e Gerald Morawski, que também o acusavam de plágio.