«Depois destes anos em que o país passou por um momento difícil, evidentemente que a saída é algo que merece destaque no ano que acaba», afirmou Manuela Ferreira Leite.

«A partir do momento em que a troika saiu, em que acabou o programa de assistência, que acabou de uma forma limpa e sem sequer ficar condicionado seja por que aspetos for, é evidente que tudo aquilo que se passará a partir daí é algo que o Governo tem a liberdade de seguir o caminho que entenda de acordo com as circunstâncias», defendeu.

Sobre a TAP, a antiga líder do PSD e antiga ministra das Finanças disse esperar que «o Governo saiba o que está a fazer» ao avançar com a requisição civil para travar a greve. Manuela Ferreira Leite sugeriu ainda o adiamento da privatização da empresa.