é uma solução "controversa"

aprovação de uma moção de rejeição

“Hoje não fiquei surpreendida, mas o que se passou a seguir às eleições surpreendeu-me. Não fui capaz de perceber durante a campanha eleitoral, nem nos foi dada qualquer indicação – através de debates, de diálogo – de que seria uma hipótese a considerar uma maioria [de esquerda]. [Um Governo PSD/CDS com apoio do PS] penso que era o que as pessoas esperaram que poderia acontecer. [Esta] é uma solução legal a todos os títulos, [mas] do ponto de vista ético e político é uma decisão muito controversa e muito frágil. Porque quem lidera todo este processo é um partido que perdeu as eleições.”


não seja “tão grande assim”





seria prejudicial, mais do que uma experiência

“Pessoalmente não estou [agradada com esta solução]. É uma solução extremamente debilitada e que atira com uma responsabilidade sem dimensão ao Partido Socialista. O PS neste momento tem a responsabilidade enorme de ter tomado uma decisão de deitar um Governo abaixo, em vez de ter tomado a iniciativa de intervir neste Governo, por ser o líder da oposição. Porque o facto de não ter maioria absoluta é exatamente o aspeto que leva a que um partido possa intervir com toda a eficácia”.