Daniela Mercury, Anselmo Ralph, Xutos e Pontapés, Quim Barreiros, The Gift e James Arthur são alguns dos artistas que atuam na Queima do Porto.

O «teto máximo» para investir no cartaz da Queima do Porto ronda os «350 mil euros» e este ano vai ser um valor «idêntico», adiantou à Lusa Daniel Freitas, presidente de Federação Académica do Porto (FAP).

A organização estima que afluam à Queima das Fitas do Porto cerca de «200 mil pessoas» e informa que os preços diários vão variar entre os 8 e os 8,5 euros (para todos) ou 56 euros, no caso do bilhete semanal.

A Queima do Porto arranca com a Monumental Serenata dia 3 de maio, à meia-noite e um minuto, na Avenida dos Aliados, e a cabeça de cartaz da noite de sábado é a artista brasileira Daniela Mercury.

No domingo, a noite é dedicada à música portuguesa com os D.A.M.A e os The Gift a subirem ao palco do queimódromo, no parque da cidade portuense, e na segunda-feira, o cartaz é dedicado à música reggae, com Dengaz e Anthony B.

O Cortejo Académico tem lugar na terça-feira, dia em que o cabeça-de-cartaz é o artista português Quim Barreiros.

Anselmo Ralph é o cabeça-de-cartaz de quarta-feira, noite dedicada ao kizomba, onde também atuam os B4 Los Compradres.

A banda portuguesa Xutos e Pontapés sobe ao palco na quinta-feira e, para os dois últimos dias da Queima da Fitas, os estudantes têm música eletrónica (sexta-feira) e podem escutar ainda os portugueses We Trust e o britânico James Arthur.

Nesta edição, os estudantes e todos os visitantes vão poder contar com o serviço de metro «aberto toda a noite» no dia do cortejo académico e da Monumental Serenata e com um serviço especial da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) «todas as noites» a partir da Trindade e do Hospital de São João.

A organização promete uma «profunda diminuição» de ruído em relação a anos anteriores, porque foram limitados os sistemas de som das barracas dos estudantes.

Segundo o presidente da FAP, a academia trabalhou juntamente com a Câmara do Porto e com a Faculdade de Engenharia numa tentativa de reduzir o impacto sonoro das Queima das Fitas, através da «redução da potência das colunas».
 

«Parece-nos que vai ter algum significado e representará um maior bem-estar (…), porque a dispersão do som não será tão forte como em anos anteriores».