Revelada nesta quarta-feira, a segunda geração do Nissan Leaf chega com mais autonomia e mais tecnológica

À venda na Europa em janeiro do próximo ano, o novo Leaf apresenta-se com três modos de condução inteligente: o, ProPILOT, ProPILOT Park e o e-Pedal.

O PropPILOT assiste na condução na autoestrada; o proPILOT Park assiste no estacionamento tomando conta da aceleração, travagem, seleção das mudanças para conduzir o carro a um lugar vago; o e-Pedal permite acelerar e travar o carro apenas com o pedal do acelerador: de uma forma simples, ao aliviar a pressão do pé sobre o acelerador o carro trava até se imobilizar na respetiva ausência de pressão, inclusivamente em inclinações – mas a Nissan avisa que o pedal do travão não é desnecessário em travagens mais exigentes.

Com um novo sistema propulsor («e-powertrain») complementado com um conjunto de bateria de iões de lítio, o novo Leaf vem não só com a autonomia aumentada para 378 km com uma só carga (uma versão ainda mais autónoma chegará no final de 2018) como aumenta a sua força para 80 para 110 kW (150 cv) e o binário para 320 Nm.

Uma «silhueta mais elegante» que teve por base o concept IDS e uma «atitude tecnológica boa onda» com o azul dos veículos elétricos a marcar não só a grelha como o interior, pretendem ser a imagem visual com que a Nissan apresenta o sucessor do «veículo elétrico mais vendido no mundo» com «mais de 283 mil clientes» desde 2010.

O novo Nissan Leaf aumenta as dimensões na largura no comprimento de forma visível (para 1.790 mm e 4.480 mm, respetivamente). Demora 40 minutos a ficar carregado a 80% em carga rápida – demorando 8 ou 16 horas, respetivamente em 6 kW ou 3 kW. A velocidade máxima é de 144 km/h.