Bastaram menos de seis meses para que a Bugatti “despachasse” os primeiros 200 exemplares do Chiron, o que equivale à produção dos dois próximos anos. E nem o preço desencorajou os interessados: 2,4 milhões de euros, cada.

A produção do Chiron é de apenas 500 unidades, à média de 100 por ano, o que significa que, em apenas meio ano, a Bugatti vendeu a produção de dois e encaixou 480 milhões de euros. 

A enorme procura surpreende tudo e todos, uma vez que a Bugatti precisou de 10 anos para vender 450 exemplares do Veyron de 1001cv, o antecessor do Chiron. E o preço era mais baixo: 1 milhão de euros. 

Isto deverá acelerar a apresentação das versões especiais, como a Grand Sport (descapotável) e a Super Sport (ainda mais possante), que deverá elevar a produção, para responder à procura.

Mas porquê este entusiasmo todo? É simples. O Chiron é considerado o suprasumo dos superdesportivos. Está equipado com um motro W16 de 8 litros com 1500cv. Anuncia uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 2,5 segundos e alcança os 420 km/h de velocidade máxima (limitada eletronicamente).