O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, revelou esta quarta-feira à Lusa, em Berlim, que há «alguns desenvolvimentos mais optimistas, mas nada de definitivo», em relação à Qimonda, escusando-se a adiantar pormenores.

«Ontem fomos informados pela chanceler Ângela Merkel de alguns desenvolvimentos mais optimistas quanto a uma solução para o problema da Qimonda», disse o chefe da diplomacia portuguesa, aludindo ao encontro, na terça-feira, em Berlim, entre a chefe do governo alemão e o Presidente da República Portuguesa.

«Não é nada de definitivo, ainda», acrescentou Luís Amado, sem concretizar, mas sublinhando que Cavaco Silva «tem acompanhado» o dossier Qimonda no decorrer da sua visita de Estado à Alemanha.

A Qimonda, que tem cerca de 12 mil trabalhadores em todo o mundo, e emprega 1.700 pessoas em Vila do Conde, declarou falência em Janeiro, e tem estado à procura de investidores para evitar o encerramento.